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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Portugal é dos países onde se paga mais impostos

Portugal é dos países onde se paga mais impostos. Tudo quanto seja baixar esta carga fiscal é bem-vindo. É preciso baixar os impostos a quem trabalha, a quem investe na criação de emprego, é preciso baixar o IVA, é preciso isentar de impostos os organismos de utilidade pública, é preciso acabar com o imposto de selo, etc. Mas atenção é preciso aumentar os impostos sobre as mais-valias criadas com a especulação bolsista e petrolífera, etc. Não, não faz mal à economia. Pelo contrário, foi exactamente por falta de imposição sobre as mais-valias sobre a especulação que chegámos onde estamos hoje. A diferença abissal crescente entre ricos e pobres (mais um Top para o nosso país, continuamos primeiros) acontece porque os sucessivos governos através de taxas e impostos, roubam a quem trabalha para facilitar a vida a quem não precisa. Mas acham tudo normal, - vivemos na Europa! Dizem eles – não estamos sozinhos! Por outro lado já imaginaram quanto dinheiro se esbanja, e não me venham dizer que é nos salários dos funcionários públicos, porque a maioria ganha uma autêntica miséria. Chove nas escolas, chove nas esquadras, os polícias não têm dinheiro para por gasolina e acentua-se a caça à multa, não há dinheiro para médicos e condições nos hospitais mas ainda se cobram consultas e taxas moderadoras, pagamos uma das gasolinas mais caras muito por causa das taxas, não há país onde se paguem mais portagens, ele é o imposto automóvel, ele é o diabo… imaginem que até os impressos para a declaração dos impostos têm que ser pagos…20 cêntimos? Quanto papel se paga com 20 cêntimos?

Temos que abrir os olhos, isto não pode continuar assim!

João Castro

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Greve dos professores


A greve é um direito conquistado com o 25 de Abril (embora pareça que já muita gente se esqueceu disso). A educação não melhora sem a participação dos professores na sua organização. Esta greve tem como objetivo principal obrigar o governo a aceitar o envolvimento dos professores na definição dos rumos e das políticas para a educação. Este governo neste caso, como aliás em todos os outros quer impor a sua lei contra tudo e todos, e sem a participação dos profissionais sobre quem recaem as novas medidas. As pseudorreformas que mais não têm sido que uma solução economicista do neoliberalismo atual, levam os ministérios para reuniões com os parceiros sociais onde as propostas apresentadas para discussão são imutáveis independentemente de quantas reuniões se façam até à data limite para as “negociações”.

João Castro

Despedimentos nos bancos

  Esquerda | Bancários ameaçam com greve geral contra despedimento coletivo no Santander Quando a conversa é sobre despedimentos roem-me os ...