Pesquisar neste blogue

sábado, 20 de dezembro de 2008

Financiamento dos partidos

É claro que o financiamento dos partidos tem que ser transparente. O que não se pode é proibir esses mesmos partidos de desenvolverem formas de se auto financiarem. Exigir que os financiamentos venham exclusivamente de cheques ou transferências bancárias, significa dar umas léguas de avanço aos partidos do sistema, aniquilar os partidos mais pequenos, e abrir as portas à promiscuidade, que noutros países levou à revelação de escândalos vários onde o financiamento dos partidos era feito à custa das derrapagens financeiras das obras públicas. Ou alguém acredita que um empresário (seja ele qual for) dê milhares de contos a um partido (seja ele qual for) sem ter a certeza de que esse montante é reposto a multiplicar?

João Castro

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Nem positivas nem negativas

As divisões internas nos partidos resultam apenas da aplicação de alguns direitos fundamentais da democracia, como o direito de opinar diferentemente e também de associação ou dissociação. Por este prisma não são positivas nem negativas e no entender de quem tem sofrido na pele e nos bolsos os resultados das políticas dos partidos que tem partilhado o poder em Portugal, com todas estas guerras internas nos partidos de direita (PS (claro…), PSD e CDS) é a esquerda quem ganha, e isso é positivo. A actual situação económica mundial é responsabilidade única e exclusiva dos governos dos diversos países (vários se dizendo de esquerda) que por todo o lado colaboraram de olhos vendados a chupar os ossos de quem trabalha para alimentar o verdadeiro jogo da bolha em que a economia mundial se transformou. É tempo de novas políticas, é tempo da esquerda governar. Que ninguém tenha medo. Fazer pior é muito difícil. Que se retalhem e se aguentem à bronca os partidos de direita. Há muita positividade nisso.

João Castro

Partido à esquerda

Penso que sim!

Acho sinceramente que um partido à esquerda originado por uma cisão no PS seria desejável. O risco de dar ao PSD o estatuto de maior partido seria amplamente compensado com a movimentação do eixo político para o seu devido lugar, mais à esquerda.

Depois dos últimos anos da nossa história política poucos terão dúvidas sobre a real posição do PS no espectro político. Mais difícil será situar o PSD no mesmo espectro. Portanto para alguém que se considere de esquerda, um novo partido que provoque a dita arrumação é possível e desejável.

João Castro

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

O GOVERNO ESTÁ A RESOLVER BEM OS PROBLEMAS DA FUNÇÃO PÚBLICA


Também reconheço muitos problemas a resolver na função pública, mas as reformas encetadas por este governo, têm muito mais a ver com a onda neoliberal (rebuscando os magros tostões de quem trabalha, para, através de benesses aos bancos os entregar no mercado especulativo que agora implodiu), que com as necessidades reais da função pública.



João Castro


segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Considera que a subida do salário mínimo vai ter reflexo no aumento do desemprego?

João Castro

Despedimentos nos bancos

  Esquerda | Bancários ameaçam com greve geral contra despedimento coletivo no Santander Quando a conversa é sobre despedimentos roem-me os ...