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quarta-feira, 25 de agosto de 2021
terça-feira, 24 de agosto de 2021
Os governos desta vida negam OVNI’s (FANU’s) há décadas
Haverá uma razão política para isso?
Este moderno festival de avistamentos do fenómeno OVNI começou há 70 anos. E digo há 70 anos depois do caso de Roswell (Novo México), o caso mais conhecido e badalado, porque existem avistamentos documentados muito antes disso. Se para os primeiros não existiam ainda protocolos implementados para a recolha e comunicação destes casos, naturalmente compreensível, depois a atitude é desprezível.
Pelo número crescente de avistamentos reportados anualmente seria muito fácil perceber que a negação e encobrimento destes casos não poderiam durar muito. Aqui pensam vocês: “bem, durou 70 anos” e eu digo que não, isso não é bem assim. O que vamos testemunhando desde há muito tempo é a brutalização dos milhares que testemunharam algo real e que por vezes sofreram fisicamente com esse contacto e são obrigados a negar essa evidência e fingir que tudo não passou de um sonho. Em alguns casos, militares, polícias e outros elementos de forças da ordem, são tratados como criminosos e ameaçados se voltarem a falar dos seus avistamentos. São conhecidos casos onde são falsificados documentos para negar compensação monetária a militares que sofreram lesões físicas permanentes nestes encontros com OVNI’s (John Burroughs). Nesta matéria, os governos estão a gastar muitos milhões para tratar como crianças as suas populações. Se os OVNI’s nunca ameaçaram as comunidades e nunca existiram casos de ataque às instalações militares que normalmente sobrevoam por que razão os governos tratam estas questões como questões de segurança se quando existe algum risco de segurança eles fazem exatamente o contrário? Ao mínimo sinal de risco a atitude é de enviar ameaças e frotas de guerra com grande aparato. A natureza belicista da economia americana por exemplo, não permitiria que uma ameaça à segurança passasse despercebida e fosse tratada como são estes casos. Só existe uma razão para este tratamento e ela é política. Porquê?
Se estes fenómenos são verdadeiros, e sabemos que são, as civilizações que operam estes “veículos” estão, social e tecnologicamente, séculos ou milhares de séculos à frente da humanidade e pela maneira como vamos tratando a nossa existência podemos até não estar por cá por muito tempo. Parece-me até que eles nos estão avisando desse facto e isso por si só é motivo mais do que suficiente para justificar a sua negação e encobrimento.
Podemos não durar muito porque estamos a queimar os recursos naturais do planeta, literalmente. Podemos não durar muito porque estupidamente utilizamos a ciência para criar armamento matando-nos uns aos outros em vez de cuidarmos do desenvolvimento comum. Podemos não durar muito porque nos exploramos uns aos outros, roubando biliões aos pobres para acumular a riqueza nuns poucos poderosos.
Imaginem agora que aos poderosos da terra foi dito para mudar de políticas usando a ciência para a prosperidade comum e praticar relações de amizade ao nível planetário. Imaginem que aos poderosos foi dito que destruíssem todo o arsenal nuclear. Imaginem que aos poderosos foi dito que reduzissem as forças militares ao mínimo e que os seus enormes orçamentos fossem utilizados para o desenvolvimento social em todo o mundo. Imaginem também que aos poderosos foi dito que respeitassem cada ser humano como seu próprio filho e cada ser vivo como sua própria família. Imaginem agora que aos poderosos foi dito que todas estas medidas seriam em troca de conhecimento e tecnologia providenciada pelos visitantes de que falamos.
A esta hora vocês dizem: ”OK. Isto seria o suficiente para a negação e o encobrimento mas como podes tu pensar que isso seria sequer possível de acontecer? Não seria isso a utopia que negamos há tantos anos também?
Talvez seja! Mas nem todos negamos essa possibilidade. John Lennon Cantava isso há muito tempo.
Alguns dos mais ricos sonham agora com a colonização do espaço. Imaginam-se vocês definitivamente instalados em grandes estações espaciais ou planetas distantes a ganhar um salário que vão gastando com cuidado para não faltar ao fim do mês? Seriam vocês aqueles que veriam os seus parceiros de colónia sobrepor-se à vossa família e explorar brutalmente a vossa força de trabalho e dos vossos filhos para acumular capital tal como aqui na terra?
Eu acredito que não, vocês parecem espertos e boas pessoas. Eu acredito que nenhuma nova sociedade criada por nós terráqueos terá esta configuração. Isto foi um erro de programação e que pode até estar em vias de correção.
Esta utopia pode afinal estar mais perto do que pensamos mas os
governos desta vida fazem tudo para nos manter longe disso.
tonho
segunda-feira, 9 de agosto de 2021
Tóquio 2020 já era
Ladrões de Bicicletas: Pretexto olímpico
Tenham cuidado quando no mesmo texto se põe lado a lado a massificação do desporto, a sua democratização, e a contagem das medalhas.
O desporto como bem essencial para o desenvolvimento pessoal e social de cada um e da comunidade como um todo tem que ser disponível para todos e com boas condições para a sua prática quer ao nível das equipamentos (pistas, campos, piscinas, pavilhões, todos os aparelhos que vão junto) quer ao nível dos professores, instrutores, monitores, etc. Isto não tem nada que ver com medalhas. Se na minha opinião os atletas de nível olímpico têm que ser apoiados para poderem desenvolver todo o seu potencial lutar, por medalhas com certeza, pela visibilidade do país, para mim o mais importante é ter muita gente a participar. A quantidade de atletas que são apurados para os Jogos Olímpicos é muito mais reveladora da evolução geral da tal democratização do desporto do que o número de medalhas conquistadas que muitas vezes se decidem por cagagésimos.
João Castro
domingo, 1 de agosto de 2021
Francisco Seixas da Costa não se indigna com os gastos extra espaciais de Jeff Bezos. Como poderia? Não queremos todos ser como eles?
Porno-riquismo falocêntrico
Caro Francisco Seixas da Costa, em linguagem serena deixe-me dizer-lhe que o facto de o dinheiro dessas pessoas ter sido conseguido de forma legal e os impostos terem sido cumpridos não deve ser satisfatório para validar do ponto de vista da justiça social todos os excessos destas pessoas.
Amazon had to pay federal income taxes for the first time since
2016 — here’s how much
Amazon had sales income of €44bn in Europe in 2020 but paid no corporation tax
Como pode observar nas ligações acima, aquilo que
naturalmente também sabe, o que é pedido a cada um em termos de impostos não é
igual para todos. Ainda que estas coisas sejam do conhecimento público vale
sempre a pena dar uma vista de olhos. Serenamente ainda, a crítica é mais do que natural e a pessoas com a sua
responsabilidade e imagem ficaria muito bem o aplauso à crítica em vez da
tentativa de cobertura das desigualdades.
João Castro
Despedimentos nos bancos
Esquerda | Bancários ameaçam com greve geral contra despedimento coletivo no Santander Quando a conversa é sobre despedimentos roem-me os ...
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http://www.esquerda.net/opiniao/verdade-que-incomoda/37428 Excelente artigo. Aliás, também por cá devíamos fazer o mesmo. Uma comissão parla...
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http://www.esquerda.net/opiniao/interregnum-o-imperio-que-permanece-ou-revolucao-que-vem/37295 Excelente artigo. Não tenho dúvidas nenhumas ...
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http://www.esquerda.net/opiniao/de-como-puxar-o-ps-para-qualquer-coisa-de-civico/35721 Daniel Oliveira e Rui Tavares são os pushadores. Como...
Quando a conversa é sobre despedimentos roem-me os fígados. Quando esses são despedimentos colectivos por entidades que nadam em lucros de muitos milhões roem-me então também as vísceras e aí fico completamente doente. Mas os bancários, salvo algumas valiosas excepções, são aquela classe dos senhores empregados do banco, lutar por emprego de qualidade com salário digno é coisa para a classe trabalhadora. Aquela classe trabalhadora que faz muito barulho com sindicatos da CGTP que está sempre do contra e não se adapta aos novos tempos da democracia e da economia.
Se nos lembrarmos que os bancários estiveram na origem da criação da UGT e com esta central sindical são directamente responsáveis pelas posições de enfraquecimento da luta dos trabalhadores porque na concertação social assinaram invariavelmente todas as propostas dos governos que nos trouxeram até aqui, aquilo que me apetece dizer desta vez é: "Aguentem-se agora e aproveitem para abrir os olhos".
João Castro