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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Quando a direita acabou de pousar a cabeça sobre o cepo


Quando a direita acabou de pousar a cabeça sobre o cepo. Quando a esquerda tenta construir laços e pontes de entendimento para conseguir ser alternativa de rotura com as políticas vigentes de submissão ao grande capital, aqui e na europa, eis que os heróis saem das revistas de banda desenhada e saltam para a ribalta. Hoje mais do que nunca a esquerda tem que estar unida e isso só acontece com um BLOCO forte e unido também. Desintegrar o BLOCO para possibilitar um governo PS, não é unir a esquerda mas sim fortalecer o centro-direita. O povo português espera agora uma rotura com o capital (ao qual o PS está submissamente ligado) e não o contrário. Qualquer possibilidade de convergência tem imperativamente por base as mudanças de política e de atuação do PS e não da esquerda. A esta cabe reforçar a luta na defesa dos direitos dos trabalhadores e de todas as conquistas do 25 de Abril, que pouco a pouco também o PS tem ajudado a destruir.

As roturas no Bloco de Esquerda, primeiro dando origem ao LIVRE, depois as posições da UDP e do Fórum Manifesto, não são mais do que movimentos oportunistas na espreita de uma oportunidade de "realização pessoal…". As políticas progressistas de esquerda são incompatíveis com os laivos de feudalismo a que temos assistido desde o 25 de Abril. Os lacaios põem-se do lado do poder reinante para salvar a pele ambicionando um titulo ainda que modesto. Este é o mais importante fator para o estado atual das coisas.

João Castro

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